Solidariedade aumenta com a pandemia.

O Brasil está com mais de 10 milhões de pessoas desempregadas e 200 mil desabrigados, mas os cidadãos estão arrumando um jeito de ajudar.


Brasil está passando hoje por uma situação complicada diante dessa pandemia, onde de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) 14,4 milhões de pessoas estão desempregas em nosso país, o maior número desde 2012, quando começa a série histórica. Cerca de 220 mil pessoas são moradores de rua, de acordo com o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o que significa que elas não trabalham, não têm renda e sequer uma moradia.

Diante disso, algumas pessoas, comovidas com a situação, estão ajudando em forma de doações, seja de alimentos, roupas, brinquedos, entre outras contribuições, que chegam para estes indivíduos nessa situação.

Ao pesquisarmos no dicionário acharemos que “doar” significa: transferir gratuitamente para outra pessoa, de forma legal, um bem, quantia, imóvel ou vantagens, etc. que antes era de sua posse”. Porém, Gabriela Vieira de Moraes, doadora frequente, enxerga de um jeito mais aprofundado. “O Brasil é um país que as pessoas já necessitam de uma maior atenção, e nesse momento de pandemia a importância da doação é ainda maior, porque se antes a gente tinha um número muito grande de pessoas desempregadas e pessoas passando fome, que sempre foi um marco no Brasil, hoje por causa da pandemia muito mais pessoas estão desempregas, muito mais pessoas estão passando fome, muito mais pessoas estão morando na rua e precisando de ajuda. Então hoje, nesse momento, a gente real- mente precisa olhar para dentro de casa e ver no que pode ajudar o outro.”, comenta Gabriela.

Ela diz que o adolescente também pode entrar nisso, e que é importante desde cedo saber as coisas que acontecem em sua comunidade. Gabriela reconhece que o adolescente não tem poder de compra, porque afinal não trabalha, porém pode conversar com os pais sobre este assunto, conscientizando-os sobre a importância dessas doações e de uma conversa em família que ajuda a analisar o que pode ser doado.

“Uma criança pode decidir doar um brinquedo, por exemplo, ou ficar de olho se existe alguma campanha em sua escola e ainda em algum lugar que frequenta, como um centro religioso ou até um curso.” conclui Gabriela.


Lukas Moura – aluno do 8ºA

Lukas Moura
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